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Terça-feira, 17 de Abril de 2007

Contrastes da cidadania

Hoje, enquanto esperava numa enorme fila para ser atendido, observava que pessoas da terceira idade tinham uma fila preferencial e não esperavam muito para o atendimento. Gostei do que presenciei. Esse é um direito legítimo e uma maneira de respeitar os idosos. A Bíblia diz que devemos nos levantar na presença dos idosos, e honrar os anciãos (Lv 19.32). Os cabelos brancos são uma glória para os idosos (Pv 20.29). Na igreja, um homem idoso não deve ser repreendido com aspereza, mas exortado como a um pai (1 Tm 5.1).

Por outro lado, é lamentável saber que em nosso país (Brasil), a escravidão ainda continua. Homens e mulheres são tratados como animais sem direito a nada. Trabalham apenas para comer e nunca deixam de dever ao patrão. Recebem um tratamento pior do que no início de nossa história. Naquele tempo, os donos tratavam de manter os escravos bem alimentados porque sabiam que eles eram o meio de lhes trazer lucros. Hoje, nem essa mentalidade existe, pois os escravos modernos são facilmente substituídos. Mesmo nos centros urbanos, a maioria dos trabalhadores são abusados pelos patrões em seus direitos trabalhistas.

Quando nos voltamos para a educação, é inaceitável que ainda vejamos milhares de pessoas analfabetas num mundo tão informatizado. Homens e mulheres com 50, 60 e 70 anos que não sabem ler nem escrever. Vêem pela metade. Isso também atinge as categorias mais jovens, pois muitas crianças e adolescentes abandonam as escolas por falta de motivação ou falta de estrutura. Isso tudo parece interessar a alguns que tiram proveito da ignorância de muitos. Algo precisa ser feito para mudar essa situação calamitosa. Como diria o poeta: "Que país é este?".

Antonio Francisco às 04:49

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De Raphael a 19 de Abril de 2007 às 02:10
Esse é o tipo de coisa que tento descrever em palavras todos os dias. Eu ganho para escrever sobre a calamidade humana. Ainda tenho fé que tudo vai mudar. Obrigado pela visita e comentário no blog. E as passeatas continuam até a volta de nossa querida Ju.

Abraço
Raphael.